Para gerar fotos, é como se a inteligência artificial realizasse 20 comandos de texto
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Alto consumo de água pela IA para gerar conteúdo visual: a criação de imagens por inteligência artificial, como as feitas pelo ChatGPT, demanda uma quantidade significativa de água. Isso ocorre porque gerar imagens é até 20 vezes mais custoso computacionalmente do que responder a comandos de texto simples, aumentando o uso de energia e, consequentemente, de sistemas de resfriamento que consomem água.
Consumo de energia e resfriamento dos data centers: os data centers que operam os modelos de IA, como o GPT-3, precisam ser constantemente resfriados. Cada comando de texto simples pode exigir até 519 ml de água devido ao calor gerado nos processadores, o que revela um impacto ambiental significativo por trás de cada uso da tecnologia.
Crescimento da demanda e seus impactos ambientais: com a popularização da geração de imagens via IA — como no caso recente da trend do Studio Ghibli —, o consumo de recursos também aumenta. O Washington Post estima que a IA pode demandar até 6,6 bilhões de metros cúbicos de água até 2027, o que acende um alerta sobre o impacto ecológico da popularização dessas ferramentas.
Imagens geradas por inteligência artificial (IA) viralizaram na última semana com a trend do Studio Ghibli, estética de animação japonesa. Porém, você sabia que o ChatGPT “bebe” água para ser utilizado?
É isso que aponta a pesquisa divulgada, em 2023, pelo Washington Post em parceria com pesquisadores da Universidade da Califórnia. Segundo os dados, o GPT-3 consome em média 500 ml de água a cada 10 a 50 perguntas de texto.
E para criação de imagens, como as fotos com estética do Studio Ghinli, é como se a IA realizasse 20 comandos de texto. Ou seja, é muito mais complexo para se criar imagens e, consequentemente, gasta mais água.






